Amor
12 de abril de 2009
“Imagine um homem que se depara com uma criança sendo espancada por delinquentes.
Ele se atira no meio da confusão, salva o menino e o leva para um hospital. O garoto recebe cuidados até se reestabelecer. O homem paga o tratamento da criança. Descobre que a criança é orfã, a adota e lhe dá o seu nome. E então, certa noite, depois de meses, o pai ouve o filho chorando no travesseiro. Ele vai até o filho e pergunta o motivo da sua tristeza.
-Estou preocupado, pai. Estou preocupado com o dia de amanhã. Onde vou conseguir comida para comer? Onde vou comprar roupas para continuar aquecido? E onde vou dormir?
Com toda a razão, o pai fica preocupado.
-Eu não lhe mostrei? Você não entende? Arrisquei minha vida para salvé-lo. Dei meu dinheiro para tratá-lo. Você usa meu nome. Eu o chamei de filhp. Eu faria tudo isso e depois não supriria as suas necessidades?
Está é a pergunta de Paulo. Aquele que entregou seu filho não supriria nossas necessidades?

